Tangua, 29 de junho de 2009.
Ao
Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal
Sua Excelência Senador Jose Sarney
Senado Federal
Brasília – DF
Senhor Presidente!
Tenho sessenta anos.
Acompanho minuciosamente a vida política do Brasil diariamente.
Por diversas vezes, já contribuí com idéias econômicas, administrativas que provocaram radicais mudanças políticas no país, administração, legislação eleitoral, etc.
Senhor José Sarney,
Tenho acompanhado sua vida social, política e familiar. Sua história política reconhecida e publicamente foi edificada e mantida no pico, no cume pontiagudo da mais elevada, arriscada e duvidosa estabilidade, ao sabor da sorte e sobretudo dos inarredáveis interesses escusos pessoais e familiares.
O Senhor Presidente,
Sempre ostentou com extremosa vaidade e exacerbado orgulho o TÍTULO e DIPLOMOMA DE MOÇÃO HONROSA, de forma vitalícia de VIVER E FICAR PERMANENTEMENTE “EM CIMA DO MURO”
O Senhor é um homem político oportunista.
Toda sua vida foi pautada, alicerçada, sedimentada na dúvida, na suspeição, na desconfiança.
Senhor Presidente,
O Senhor possui e acumula hoje uma extensa vida política, profissional, um incalculável patrimônio financeiro familiar.
Já ocupou todos os cargos cobiçados e pretendidos que a legislatura faculta a um parlamentar.
Senhor José Sarney, com sua saúde já visivelmente debilitada, com esta fortuna que o senhor acumula, o que mais espera ganhar?
Decerre, baixe as cortinas. Desligue os holofotes e saia pela porta da frente. Cumprimentando com ar saudosista, admiração e respeito por aqueles e com aqueles que ao longo da sua labuta sempre o acompanharam.e se locupletaram
Desista. Abdique. Renuncie a este cargo despótico para sair com o mínimo de respeito que ainda lhe resta, para CONSIGO MESMO.
Não se licencie. Não renuncie. Afaste-se da atividade e vida política.
Não se apegue, não se agarre, não se pendure na “COISA ROXA” do Lula.
Acredite, esse “CETRO PRESIDENCIAL” não irá lhe oferecer nenhuma estabilidade nem resguardar sua dignidade e moral já tão fragmentada .
Senhor José Sarney,
O mundo mudou.
Seu tempo passou.
Não espere, como nos velhos tempos da impunidade, dos acordos, conchavos, sair impune, indene, desta enorme falcatrua e organização criminosa, engendrada, articulada, gerida e administrada por esse “cappo” que o senhor, “cappo de tutti cappo” nomeou.
Senhor José Sarney;
O que o senhor espera?
- Um levantamento investigativo de toda sua “patifaria” ao longo de toda sua vida?
- Uma investigação sobre seus assessores, patrimônio não declarados?
- Sobre seu fictício domicilio eleitoral no Amapá?
- Sobre seus filhos?
- Que se divulgue como seu neto se estabeleceu em uma sala dentro do Senado, de que forma adquiriu o código para desconto em folha de pagamento?
- Que se levante junto ao banco o código / senha, o volume de quanto foi emprestado e as comissões auferidas pela intermediação financeira?.
- Sobre Roseana Sarney?
- Sobre suas práticas irregulares?
- Sobre Jorge Murad e aquele montão de dinheiro na gaveta até hoje não devidamente explicado?
SENHOR EX-PRESIDENTE DO SENADO
E DA REPÚBLICA, JOSÉ SARNEY;
O Senhor é um homem culto, inteligente. Uma verdadeira raposa e águia.
O senhor é um homem indubitavelmente astuto, de “LONGA VISÃO”
Estes privilégios lhe dâo a faculdade de perceber e admitir que já não mais existe espaço para o senhor.
Afaste-se.
Saia. Retire-se.
Espelhe-se naquele que hoje é seu correligionário político e saia enquanto pode, de mãos dadas, não com sua mulher, ela “tadinha”, pobre coitada, não teve nenhuma culpa, mas com aqueles outros que convivem nesse covil de cobras.
Senhor José Sarney,
O vosso currículo hoje possui praticamente quase todos os artigos da Legislação penal, criminal, todos os agravantes do Código de Processo Civil Legislação Eleitoral e criminal, civil, ética, moral e os mais delicados, sublimes valores estabelecidos pela família e igreja, diversos outros artigos da Constituição Federal que autorizam e determinam sua EXPULSÃO SUMÁRIA E RECLUSÃO EM REGIME FECHADO, EM PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA – ISOLADAMENTE, EM AMBIENTE BLINDADO, PARA NÃO OCASIONAR RISCO DE PANDEMIA NOS DEMAIS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA.
O SENHOR,
Sempre foi um parasita. Um ameba. Bactéria infecto contagiosa. Um parlamentar nocivo ao estado. Um perfeito exemplo e modelo para a sociedade e família de tudo que não se deve ser ou fazer. “NÃO ME IMITEM”, “NÃO FAÇAM O QUE FAÇO”, “NÃO FAÇAM O QUE DIGO”, “NEM REPITAM O QUE DIGO”, “E ALTAMENTE CONFIDENCIAL E COMPROMETEDOR”
Senhor José Sarney,
Vá pra casa.
Acompanhar, explicar e educar seus netos e filhos que reconhece e que não valeu à pena um passado sujo. Uma saída enlameada.
Vá para ROSEANA e convença à ela de uma postura e administração séria, proba, transparente.
Viva seus últimos dias se auto analisando e se auto flagelando pelos erros que praticou.
Quem sabe, talvez, tenha a mesma sorte que aquele que ao lado de Jesus se desculpou e foi perdoado.
O senhor é um SER IMORTAL.
Sem pátria, um déspota.
Sem teto. Seu “telhado nem de vidro é” de tão frágil que é.
Tem muitas contas a explicar.
Conheço sua história, seu passado.
Agora, com a INTERNET, com os recursos do YouTube, facebook, twitter, e outros, podemos levá-lo as profundezas, às “galeras”.
Podemos levá-lo a “Júri Popular” do GOOGLE, na internet.
Podemos congestionar todos os veículos e meios de comunicação do Maranhão, Amapá, Câmara, Senado e Planalto.
É isso que o senhor deseja?
Resistir é preciso. É necessário. Mas, sempre em prol da decência, da moralidade, probidade, da consciência pura, honesta, limpa e transparente.
O SENHOR POSSUI ESSA SERENIDADE E ESSA CERTEZA?
Certeza que não existe e nem pesa nenhuma irregularidade contra si, seus filhos e Governadora Roseana???????
O Senhor quer arriscar?
Quer postergar sua decisão.
Não é blefe.
Isto não é um “JOGO DE PÔQUER”
Está mais para um jogo de “XADREZ”.
O Senhor já sofreu vários “XEQUES”. Quantos mais xeques mais em vida vai suportar antes do “XEQUE MATE?”
Senhor José Sarney,
O senhor, ao longo de sua vida política, esqueceu o sentido e conceito do que seja moral, moralidade, dignidade, caráter, cinismo, vergonha, probidade, legalidade, impessoalidade, publicidade, eficiência e decência.
Esqueceu que o mandato parlamentar é uma autorização provisória, revogável e cujo outorgado tem o dever obrigacional da prestação de contas à aquele que lhe outorgou os poderes do mandato.
O senhor contrariou e infringiu todos os princípios constitucionais e normas dos Códigos Criminal, Cível, da Ética, Moral, Respeito, Sociedade e mesmo do familiar.
Senhor José Sarney,
O senhor tem todos os requisitos e qualidades para ser contemplado e usufruir das mesmas benesses do MADDOC, aquele americano de 71 anos, da “PIRAMIDE” que vai gozar das mordomias do “spar” federal por longos 150 anos.
O “PREÇO MORAL” que lhe será cobrado, extensivo à todos os familiares será irremediavelmente “impagável.”
Sua vida e de todos seus familiares será microscopicamente esmiuçada e analisada.
Manchetes dos principais veículos de comunicações e internet ocuparão as primeiras páginas.
“CAI O HOMEM QUE TODA VIDA VIVEU EM CIMA DO MURO”
“MORRE POLITICAMENTE O MAIOR EQUILIBRISTA BRASILEIRO”
“O IMORTAL JOSE SARNEY É IMORTALIZADO COMO O POLÍTICO MAIS CORRUPTO DA HISTORIA BRASILEIRA”
“JOSÉ SARNEY IMPLODE O CONGRESSO NACIONAL BRASILEIRO”
“CAI O ETERNO HOMEM DO MURO”
“JOSÉ SARNEY, O IMORTAL, TEM MORTE SÚBITA NO MANDATO SENATORIAL E SERÁ IMORTALIZADO COMO O POLITICO MAIS CORRUPTO DA HISTORIA BRASILEIRA”
Estas serão algumas das manchetes dos principais periódicos brasileiros e internacionais.
Senhor José Sarney,
Sua imortalidade é fantasiosa. Não se estende a historia política nacional e miséria que assola a grande maioria da população maranhense.
Pense nos seus descendentes.
Naqueles que herdarão seu “legado político”. Legado que permanecerá na história. Nos livros que seus netos, bisnetos irão ler, cultuar e obrigatoriamente terão que conviver e suportar
Quanto mais protelar.
Quanto mais postergar, mais vai se agravar.
O senhor com certeza não está sofrendo e tampouco passou a ser acometido abruptamente do MAL DE ALZEIMER.
Sua consciência está perfeita. Evidentemente está senil. Mas não tão idiota a ponto de achar que o povo, seus outorgantes, irão aceitar suas absurdas e estúpidas declarações de esquecimento e má administração patrimonial..
Ainda é capaz de discernir a mentira do esquecimento. A prática legal da ilegalidade.
Lapsos de memória para ter esquecido de suas e tantas práticas irregulares ao longo da vida pública.
Não subestime a inteligência popular.
Os jovens, cidadãos eleitores não irão perdoar a si e aos seus descendentes.
Michel Jackson foi humilhado, desprestigiado em vida. Acusado de pedofilia e outras coisas mais. Hoje, porem está endeusado, agraciado, venerado, admirado, divulgado como a pessoa que mais ajudou aos pobres miseráveis, aos colegas que não tiveram a mesma sorte e sucesso que ele, As acusações que lhes foram feitas durante toda sua vida, foram desmentidas pelos próprios acusadores. Manchetes em todo o mundo o veneram, elogiam de todas as formas. Pelo talento, criatividade, capacidades de superação, honradez e humildade.
O senhor poderia com sua capacidade e talento comparar e PREVER O QUE IRÃO DIZER, COM ESTA SUA VIDA TÃO NEBULOSA E CONTURBADA.
Com certeza será exatamente o contrario. No seu funeral, nem os parentes se atreverão assistirem. Ao não ser que sejam exatamente iguais ou piores que o Sr. JOSEPH JACKSON, o pai de Michel Jackson. Um cínico dissimulado. Sem vergonha. Sem caráter, moral e espoliador dos filhos e agora da mulher devido a herança.
Pessoas, políticos, administradores que possuem o mínimo de moral, caráter dignidade e respeito por si mesmo e seus familiares, por muito menos que isto, se afastaram imediatamente do cargo e outros deram fim à própria vida.
MORRERAM. COMETERAM SUICIDIO POR NÃO SUPORTAREM A VERGONHA.
PARECE QUE O SENHOR NÃO POSSUE NEM LIGA PRÁ ISTO.
Já não tenho tanto tempo e paciência.
Não admito PEDIDO DE LICENÇA. Muito menos não quero e não aceito PEDIDO DE RENUNCIA.
Exijo PEDIDO DE DEMISSÃO. SEM VENCIMENTOS. SEM REGALIAS. SEM CARGOS NO GOVERNO DO MARANHÃO.
Afastamento TOTAL DA POLÍTICA NACIONAL.
MORTE SÚBITA. MORTE POLÍTICAMENTE FATAL. SEM INGERENCIA NOS PARTIDOS, GOVERNOS E ASSEMBLEIA DO MARANHAO.
Eu não espero a história acontecer.
Eu faço a historia acontecer.
Eu não fico em cima do muro.
Eu sou o esteio. Sua base. Sou sua fundação.
Sou pobre, miserável, submergido trabalhador.
Sobrevivente da corrupção, dos desvios das verbas públicas.
Indigente da saúde, da educação, do subemprego.
Sou simplesmente, CIDADÃO BRASILEIRO.
Haja rápido. A especulação investigativa não para. Não tem descanso.
Quanto maior a indecisão e a morosidade, mais problemas e ilegalidades surgirão.
ANTONIO GILSON
ASPASCARD.BLOGSPOT.COM
http://josesarneyoimortal.ning.com/
JOSESARNEY.NING.COM
visitante nº
sábado, 4 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
OUVIDORIA DO BNDES
Ouvidoria - CEUCERTO [2518/2009]
ouvidoria@bndes.gov.br
Prezado Senhores,
Em atenção à mensagem enviada a esta Ouvidoria no dia 18.03.2009, pedimos desculpas pela demora em responder-lhe e por nossa resposta anterior, do dia 30.06.2009, que fazia menção à outra mensagem de V.Sas..
Com relação às críticas feitas ao apoio deste Banco às operações mencionadas nas mensagens de protocolo 2517/2009 e 2518/2009, esclarecemos que, na modalidade de apoio direto, os processos tem início com a apresentação, por parte do postulante, de Carta Consulta (Consulta Prévia), cujo modelo está disponível na página do Banco na Internet. Essa correspondência é analisada no Departamento de Prioridades (DEPRI) da Área de Planejamento do BNDES (AP). O DEPRI analisa o mérito do projeto e verifica se ele está de acordo com as políticas operacionais do Banco. Paralelamente, o Departamento de Risco (DERISC) da Área de Crédito (AC) faz uma avaliação da análise de risco do postulante do crédito. As duas informações são submetidas à apreciação do Comitê de Enquadramento de Crédito, composto por todos os superintendentes (funcionários de carreira do BNDES).
Depois de aprovado no referido Comitê de Enquadramento e Crédito, o projeto segue para uma das áreas operacionais do Banco, onde é feita a análise técnica, com todo o rigor, por equipe multidisciplinar do BNDES, observando as garantias, a viabilidade econômica e financeira, a capacidade de pagamento e idoneidade do postulante. O BNDES conta com sete áreas operacionais (comércio exterior, industrial, insumos básicos, infra-estrutura, mercado de capitais, operações indiretas e social).
Concluído o relatório de análise, que se estende por meses, dado o cuidado do processo, a operação é submetida ao superintendente e à diretoria para aprovação, em decisão colegiada.
Todos os projetos do BNDES, em toda e qualquer área ou setor, passam pelos procedimentos detalhados acima. Esse processo envolve usualmente mais de 30 funcionários e diferentes órgãos colegiados.
Depois de aprovada a operação, procede-se a sua contratação. Os recursos são desembolsados parceladamente, respeitando sempre o acompanhamento técnico e a evolução física e financeira do projeto.
Salta aos olhos, portanto, que a análise de projetos com a posterior liberação de recursos é pautada exclusivamente em critérios técnicos.
Esclarecemos ainda que, somente em 2008, Os desembolsos para as micro, pequenas e médias empresas atingiram R$ 17,6 bilhões em 2008, valor que representa uma expansão de 45% em relação ao ano anterior (R$ 12,1 bilhões em 2007). Ao incluir-se as operações com pessoas físicas (na maioria produtores rurais), que receberam R$ 4,2 bilhões em 2008, o valor total liberado alcança R$ 21,8 bilhões, com um crescimento de 36% frente ao ano anterior. No total de 2008, foram realizadas 180 mil operações com as empresas de menor porte e pessoas físicas, equivalente a 88% das 204 mil operações efetivadas pelo Banco no período. O apoio a empreendimentos de menor porte mostra o empenho deste Banco em apoiar esse segmento que é reconhecido por criar e manter grande quantidade de postos de trabalho.
Para mais informações sobre o apoio do BNDES às MPMEs, sugerimos a consulta ao seguinte endereço: http://www.bndes.gov.br/pme/default.asp.
Atenciosamente,
Ouvidoria do BNDES
AVISO: O BNDES não credencia nem indica quaisquer consultores, pessoas físicas ou jurídicas, como intermediários para facilitar, agilizar ou aprovar operações com este Banco, nem com as instituições financeiras credenciadas como repassadoras de seus recursos.
ouvidoria@bndes.gov.br
Prezado Senhores,
Em atenção à mensagem enviada a esta Ouvidoria no dia 18.03.2009, pedimos desculpas pela demora em responder-lhe e por nossa resposta anterior, do dia 30.06.2009, que fazia menção à outra mensagem de V.Sas..
Com relação às críticas feitas ao apoio deste Banco às operações mencionadas nas mensagens de protocolo 2517/2009 e 2518/2009, esclarecemos que, na modalidade de apoio direto, os processos tem início com a apresentação, por parte do postulante, de Carta Consulta (Consulta Prévia), cujo modelo está disponível na página do Banco na Internet. Essa correspondência é analisada no Departamento de Prioridades (DEPRI) da Área de Planejamento do BNDES (AP). O DEPRI analisa o mérito do projeto e verifica se ele está de acordo com as políticas operacionais do Banco. Paralelamente, o Departamento de Risco (DERISC) da Área de Crédito (AC) faz uma avaliação da análise de risco do postulante do crédito. As duas informações são submetidas à apreciação do Comitê de Enquadramento de Crédito, composto por todos os superintendentes (funcionários de carreira do BNDES).
Depois de aprovado no referido Comitê de Enquadramento e Crédito, o projeto segue para uma das áreas operacionais do Banco, onde é feita a análise técnica, com todo o rigor, por equipe multidisciplinar do BNDES, observando as garantias, a viabilidade econômica e financeira, a capacidade de pagamento e idoneidade do postulante. O BNDES conta com sete áreas operacionais (comércio exterior, industrial, insumos básicos, infra-estrutura, mercado de capitais, operações indiretas e social).
Concluído o relatório de análise, que se estende por meses, dado o cuidado do processo, a operação é submetida ao superintendente e à diretoria para aprovação, em decisão colegiada.
Todos os projetos do BNDES, em toda e qualquer área ou setor, passam pelos procedimentos detalhados acima. Esse processo envolve usualmente mais de 30 funcionários e diferentes órgãos colegiados.
Depois de aprovada a operação, procede-se a sua contratação. Os recursos são desembolsados parceladamente, respeitando sempre o acompanhamento técnico e a evolução física e financeira do projeto.
Salta aos olhos, portanto, que a análise de projetos com a posterior liberação de recursos é pautada exclusivamente em critérios técnicos.
Esclarecemos ainda que, somente em 2008, Os desembolsos para as micro, pequenas e médias empresas atingiram R$ 17,6 bilhões em 2008, valor que representa uma expansão de 45% em relação ao ano anterior (R$ 12,1 bilhões em 2007). Ao incluir-se as operações com pessoas físicas (na maioria produtores rurais), que receberam R$ 4,2 bilhões em 2008, o valor total liberado alcança R$ 21,8 bilhões, com um crescimento de 36% frente ao ano anterior. No total de 2008, foram realizadas 180 mil operações com as empresas de menor porte e pessoas físicas, equivalente a 88% das 204 mil operações efetivadas pelo Banco no período. O apoio a empreendimentos de menor porte mostra o empenho deste Banco em apoiar esse segmento que é reconhecido por criar e manter grande quantidade de postos de trabalho.
Para mais informações sobre o apoio do BNDES às MPMEs, sugerimos a consulta ao seguinte endereço: http://www.bndes.gov.br/pme/default.asp.
Atenciosamente,
Ouvidoria do BNDES
AVISO: O BNDES não credencia nem indica quaisquer consultores, pessoas físicas ou jurídicas, como intermediários para facilitar, agilizar ou aprovar operações com este Banco, nem com as instituições financeiras credenciadas como repassadoras de seus recursos.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
AO APAGAR DAS LUZES, A SAIDA PELA PORTA DOS FUNDOS
Tangua, 01 de julho de 2009
Excelentíssimo Senhor Senador da República Federativa do Brasil
Sua Execelencia Senhor Senador Jose Sareny
Senado Federal
Brasilia - DF
Senhor Presidente!
Tenho sessenta anos. Acompanho minuciosamente a vida política do Brasil diariamente.
Por diversas vezes já contribuí com idéias ecômicas, administrativas e politicas que provocaram radicais mudanças na política do país.
Senhor Jose Sarney,
Tenho acompanhado sua vida, social, política e familiar.
Sua história política reconhecida e publicamente foi edificada e mantida no pico, no cume pontiagudo da mais elevada, arriscada e duvidosa estabilidade, ao sabor dos inarredáveis interesses escusos pessoais e famimiliares.
O Senhor, Presidente Jose Sarney,
Sempre ostentou com estremada vaidade e exarcerbado orgulho o TÍTULO, O DIPLOMA DE MOÇÃO HONROSA DE FORMA VITALÍCIA DE VIVER E FICAR PERMANENTEMENTE "CIMA DO MURO"
O Senhor é popularmente conhecido como um homem político oportunista.
Toda sua vida foi pautada, alicerçada, sedimentada na dúvida, na suspeição, na desconfiança, na descrença. na barganha. nO TROCA-TROCA. TOMA LÁ, DÁ CÁ.
O Senhor, Presidente, possui e acumula até hoje uma extensa vida politIca profissional, incalculável patrimonio financeiro pessoal e familiar.
Já ocupou todos os cargos cobiçados e pretendidos que a legislatura faculta a um parlamentar
O Senhor, José Sarney, com sua saúde, já visivelmente debilitada, com essa fortuna que o senhor acumula, o que mais o senhor espera ganhar, somar ou multilicar ?????
Decerre, deixe baixar as cortinas. Deslique os holofotes e saia pela porta da frente. Cumprimentando com ar saudosista, admiração e respeito por aqueles e com aqueles que ao longos de decadas de labuta sempre o acompanharam e se locupletaram.
Desista, abdique, renuncie a este cargo para sair com o mínimo de respeito que ainda lhe resta para CONSIGO MESMO.
Não se lencicei. Renuncie. Afaste-se da atividade política. Para preservar sua intimidade e privacidade familiar.
Não se apegue, não se agarre, não se prenda na "COISA ROXA" do Presidente Lula.
Acredite esse "CETRO PRESIDENCIAL" não irá lhe oferecer nenhuma estabilidade, continuidade ou perpetuidade no cargo, nem resguardar sua dignidade e moral já tão fagmentada.
Senhor José Sarney,
O mundo mudou.
Seu tempo passou.
Não espere, como nos velhos tempos da mídia controlada, manipulada, comercializada, da impunidade, dos acordos, conchavos, sair impune, indene, deste deste enorme imbloglio, desta imensa falcatrua e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, engendrada, articulada, gerida e administrada por esses "cappos" que o senhor "cappo de tutti cappo" nomeou.
O que o senhor espera???
- Um levantamento investgativo de toda sua vida pregressa, de toda sua "patifaria" ao longo de toda sua vida?
- Uma investigação sobre seus assessores e patrimonios não declarados?
- Um processo investigatório sobre seus filhos?
- Sobre ROSEANA SARNEY?
- SOBRE JORGE MURAD e aquele montão de dinheiro na gaveta até hoje NÃO JUSTIFICADO E DEVIDAMENTE EXPLICADO?
EX-PRESIDENTE DO SENADO E DA REPÚBLCA SENHOR JOSÉ SARNEY;
O senhor é um homem culto, inteligente, de longa visão.
Este privilégio lhe dá a faculdade de perceber e admitir que já não mais existe espaços para o senhor na POLITICA NACIONAL.
A GLOBATIZAÇÃO, O ORKUT, O TWITTER. A INTERNET, OS JÓVENS JÁ NÃO MAIS ADMITEM GENTE SUA ESTIRPE que sorriem enquanto parte da população sumerge literamente na miséria.
.
AFASTE-SE. SAIA. RETIRE-SE.
Espelhe-se naquele que hoje é seu correligionário político.
Saia de mãos dadas, não com a sua mulher. Ela, "tadinha" pobre coitada, não teve nenhuma culpa, mas com aqueles outros que convivem nesse covil de cobras venenosas, abutres do deserto.
Senhor Jose Sarney,
O vosso curriculo hoje possui praticamente quase todos os artigos infringentes da legislação constitucional, criminal, civil, etica, moral e os mais sublimes valores estabelecidos pela familia e igreja. da legislação penal, criminal, todos os agravantes do código civil, legislação eleitoral e de diversos artigos da CONSTITUIÇÃO FEDERAL que autorizam e determinam sua EXPULSÃO SUMÁRIA E RECLUSÃO EM REGIME FECHADO EM PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA, ISOLADAMENTE, EM AMBIENTE BLINDADO, PARA NÃO OCASIONAR CONBTAMINAÇÃO E OU RISCO DE PANDEMIA NOS DEMAIS SETORES DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA.
O SENHOR, SEMPRE foi um parasita, um ameba. Bacteria infecto contagiosa. Um parlamentar nocivo ao Estado. Um perfeito exemplo e modelo para a sociedade e familia de TUDO QUE NÃO SE DEVE SER.
"NÃO ME IMITEM" "!NÃO FAÇAM O QUE FAÇO", NEM REPITAM O QUE DIGO É SIGILOSO, CONFIDENCIAL, ALTAMENTE COMPROMETEDOR"
SENHOR JOSÉ SARNEY,
VÁ prá casa. EXPLICAR E EDUCAR SEUS FILHOS E NETOS QUE RECONHECE SEUS ERROS E QUE NÃO VALEU À PENA PAGAR COM PREÇO TÃO ELEVADO, UM PASSADO SUJO. UMA SAIDA ENLAMEADA.
VÁ PARA ROSEANA E CONVENÇA A ELA DE UMA POSTURA E ADMINISTRAÇÃO PROBA, SÉRIA, TRANSPARENTE, IQUALITÁRIA.
VIVA OS ÚLTIMOS DIAS QUE LHE RESTAM SE AUTO ANALISANDO E SE AUTOFLAGELANDO PELOS ERROS QUE PRATICOU. QUEM SABE, TALEZ, TENHA A MESMA SORTE QUE AQUELE AO LADO DE JESUS, QUE SE DESCULPOU, NO ULTIMO INSTANTE E FOI PERDOADO.
TALVEZ, QUEM SABE, O POVO, A IMPRENSA E ATÉ A HISTORIA O ESQUEÇA.
ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
CIDADÃO ROUBADO, ENGANADO, LUDIBRIADO
Tangua, 01 de julho de 2009
Excelentíssimo Senhor Senador da República Federativa do Brasil
Sua Execelencia Senhor Senador Jose Sareny
Senado Federal
Brasilia - df
Senhor Presidente!
Tenho sessenta anos. Aconmpanho minuciosamente a vida política do Brasil diariamente.
Por diversas vezes já contribuí com idéias ecoômicas, administrativas e politicas que provocaram radicais mudanças na política do país.
Senhor Jose Sarney,
Tenho acompanhado sua vida, social, política e familiar.
Sua história política reconhecida e publicamente foi edificada e mantida no pico, no cume pontiagudo da mais elevada, arriscada e duvidosa estabilidade, ao sabor dos inarredáveis interesses escusos pessoais e famimiliares.
O Senhor, Presidente Jose Sarney,
Sempre ostentou com estremada vaidade e exarcerbado orgulho o TÍTULO, O DIPLOMA DE MOÇÃO HONROSA DE FORMA VITALÍCIA DE VIVER E FICAR PERMANENTEMENTE "CIMA DO MURO"
O Senhor é popularmente conhecido como um homem político oportunista.
Toda sua vida foi pautada, alicerçada, sedimentada na dúvida, na suspeição, na desconfiança, na descrença. na barganha. nO TOCA-TROCA. TOMA LÁA, DÁ CÁ.
O Senhor, Presidente, possui e acumula até hoje uma extensa vida politIca profissional, incalculável patrimonio financeiro pessoal e familiar.
Já ocupou todos os cargos cobiçados e pretendidos que a legislatura faculta a um parlamentar
O Senhor, José Sarney, com sua saúde, já visivelmente debilitada, com essa fortuna que o senhor acumula, o que mais o senhor espera ganhar, somar ou multilicar ?????
Decerre, deixe baixar as cortinas. Deslique os holofotes e saia pela porta da frente. Cumprimentando com ar saudosista, admiração e respeito por aqueles e com aqueles que ao longos de decadas de labuta sempre o acompanharam e se locupletaram.
Desista, abdique, renuncie a este cargo para sair com o mínimo de respeito que ainda lhe resta para CONSIGO MESMO.
Não se lencicei. Renuncie. Afaste-se da atividade política. Para preserve sua intimidade e privacidade familiar.
Não se apegue, não se agarre, não se prenda na "COIS ROXA" do Presidente Lula.
Acredite esse "CETRO PRESIDENCIAL" não irá lhe oferecer nenhuma estabilidade, continuidade ou perpetuidade no cargo, nem resguardar sua dignidade e moral já tão fagmentada.
Senhor José Sarney,
O mundo mudou.
Seu tempo passou.
Não espere, como nos velhos tempos da mídia controlada, manipulada, comercializada, da impunidade, dos acordos, conchavos, sair impune, indene, deste deste enorme imbloglio, desta imensa falcatrua e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, engendrada, articulada, gerida e administrada por esses "cappos" que o senhor "cappo de tutti cappo" nomeou.
O que o senhor espera???
- Um levantamento investgativo de toda sua vida pregressa, de toda sua "patifaria" ao longo de toda sua vida?
- Uma investigação sobre seus assessores e patrimonios não declarados?
- Um processo investigatório sobre seus filhos?
- Sobre ROSEANA SARNEY?
- SOBRE JORGE MURAD e aquele montão de dinheiro na gaveta até hoje NÃO JUSTIFICADO E DEVIDAMENTE EXPLICADO?
EX-PRESIDENTE DO SENADO E DA REPÚBLCA SENHOR JOSÉ SARNEY;
O senhor é um homem culto, inteligente, de longa visão.
Este privilégio lhe dá a faculdade de perceber e admitir que já não mais existe espaços para o senhor na POLITICA NACIONAL.
A GLOBATIZAÇÃO, O ORKUT, O TWITTER. A INTERNET, OS JÓVENS JÁ NÃO MAIS ADMITEM GENTE SUA ESTIRPEque sorriem enquanto parte da população sumerge literamente na miséria.
.
AFASTE-SE. SAIA. RETIRE-SE.
Espelhe-se naquele que hoje é seu correligionário político.
Saia de mãos dadas, não com a sua mulher. Ela, "tadinha" pobre coitada, não teve nenhuma culpa, mas com aqueles outros que convivem nesse covil de cobras venenosas, abutres do deserto.
Senhor Jose Sarney,
O vosso curriculo hoje possui praticamente quase todos os artigos infringentes dalegislação constitucional, criminal, civil, etica, moral e os mais sublimes valores estabelecidos pela familia e igreja. da legislação penal, criminal, todos os agravantes do código civil, legislação eleitoral e de diversos artigos da CONSTITUIÇÃOA FEDERAL que autorizam e determinam sua EXPULSÃO SUMÁRIA E RECLUSÃO EM REGIME FECHADO EM PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA, ISOLADAMENTE, EM AMBIENTE BLINDADO, PARA NÃO. OCASIONAR CONBTAMINAÇÃO E OU RISCO DE PANDEMIA NOS DEMAIS SETORES DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA.
O SENHOR, SEMPRE foi um parasita, um ameba. Bacteria infecto contagiosa. Um parlamentar nocivo ao Estado. Um perfeito exemplo e modelo para a sociedade e familia de TUDO QUE NÃO SE DEVE SER.
"NÃO ME IMITEM" "!NÃO FAÇAM O QUE FAÇO", NEM REPITAM O QUE DIGO É SIGILOSO, CONFIDENCIAL, ALTAMENTE COMPROMETEDOR"
SENHOR JOSÉ SARNEY,
VÁ prá casa. EXPLICAR E EDUCAR SEUS FILHOS E NETOS QUE RECONHECE SEUS ERROS E QUE NÃO VALEU À PENA PAGAR COM PREÇO TÃO ELEVADO, UM PASSADO SUJO. UMA SAIDA ENLAMEADA.
VÁ PARA ROSEANA E CONVENÇA A ELA DE UMA POSTURA E ADMINISTRAÇÃO PROBA, SÉRIA, TRANSPARENTE, IQUALITÁRIA.
VIVA OS ÚLTIMOS DIAS QUE LHE RESTAM SE AUTO ANALISANDO E SE AUTOFLAGELANDO PELOS ERROS QUE PRATICOU. QUEM SABE, TALEZ, TENHA A MESMA SORTE QUE AQUELE AO LADO DE JESUS, QUE SE DESCULPOU, NO ULTIMO INSTANTE E FOI PERDOADO.
TALVEZ, QUEM SABE, O POVO, A IMPRENSA E ATÉ A HISTORIA O ESQUEÇA.
ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
CIDADÃO ROUBADO, ENGANADO, LUDIBRIADO
Excelentíssimo Senhor Senador da República Federativa do Brasil
Sua Execelencia Senhor Senador Jose Sareny
Senado Federal
Brasilia - DF
Senhor Presidente!
Tenho sessenta anos. Acompanho minuciosamente a vida política do Brasil diariamente.
Por diversas vezes já contribuí com idéias ecômicas, administrativas e politicas que provocaram radicais mudanças na política do país.
Senhor Jose Sarney,
Tenho acompanhado sua vida, social, política e familiar.
Sua história política reconhecida e publicamente foi edificada e mantida no pico, no cume pontiagudo da mais elevada, arriscada e duvidosa estabilidade, ao sabor dos inarredáveis interesses escusos pessoais e famimiliares.
O Senhor, Presidente Jose Sarney,
Sempre ostentou com estremada vaidade e exarcerbado orgulho o TÍTULO, O DIPLOMA DE MOÇÃO HONROSA DE FORMA VITALÍCIA DE VIVER E FICAR PERMANENTEMENTE "CIMA DO MURO"
O Senhor é popularmente conhecido como um homem político oportunista.
Toda sua vida foi pautada, alicerçada, sedimentada na dúvida, na suspeição, na desconfiança, na descrença. na barganha. nO TROCA-TROCA. TOMA LÁ, DÁ CÁ.
O Senhor, Presidente, possui e acumula até hoje uma extensa vida politIca profissional, incalculável patrimonio financeiro pessoal e familiar.
Já ocupou todos os cargos cobiçados e pretendidos que a legislatura faculta a um parlamentar
O Senhor, José Sarney, com sua saúde, já visivelmente debilitada, com essa fortuna que o senhor acumula, o que mais o senhor espera ganhar, somar ou multilicar ?????
Decerre, deixe baixar as cortinas. Deslique os holofotes e saia pela porta da frente. Cumprimentando com ar saudosista, admiração e respeito por aqueles e com aqueles que ao longos de decadas de labuta sempre o acompanharam e se locupletaram.
Desista, abdique, renuncie a este cargo para sair com o mínimo de respeito que ainda lhe resta para CONSIGO MESMO.
Não se lencicei. Renuncie. Afaste-se da atividade política. Para preservar sua intimidade e privacidade familiar.
Não se apegue, não se agarre, não se prenda na "COISA ROXA" do Presidente Lula.
Acredite esse "CETRO PRESIDENCIAL" não irá lhe oferecer nenhuma estabilidade, continuidade ou perpetuidade no cargo, nem resguardar sua dignidade e moral já tão fagmentada.
Senhor José Sarney,
O mundo mudou.
Seu tempo passou.
Não espere, como nos velhos tempos da mídia controlada, manipulada, comercializada, da impunidade, dos acordos, conchavos, sair impune, indene, deste deste enorme imbloglio, desta imensa falcatrua e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, engendrada, articulada, gerida e administrada por esses "cappos" que o senhor "cappo de tutti cappo" nomeou.
O que o senhor espera???
- Um levantamento investgativo de toda sua vida pregressa, de toda sua "patifaria" ao longo de toda sua vida?
- Uma investigação sobre seus assessores e patrimonios não declarados?
- Um processo investigatório sobre seus filhos?
- Sobre ROSEANA SARNEY?
- SOBRE JORGE MURAD e aquele montão de dinheiro na gaveta até hoje NÃO JUSTIFICADO E DEVIDAMENTE EXPLICADO?
EX-PRESIDENTE DO SENADO E DA REPÚBLCA SENHOR JOSÉ SARNEY;
O senhor é um homem culto, inteligente, de longa visão.
Este privilégio lhe dá a faculdade de perceber e admitir que já não mais existe espaços para o senhor na POLITICA NACIONAL.
A GLOBATIZAÇÃO, O ORKUT, O TWITTER. A INTERNET, OS JÓVENS JÁ NÃO MAIS ADMITEM GENTE SUA ESTIRPE que sorriem enquanto parte da população sumerge literamente na miséria.
.
AFASTE-SE. SAIA. RETIRE-SE.
Espelhe-se naquele que hoje é seu correligionário político.
Saia de mãos dadas, não com a sua mulher. Ela, "tadinha" pobre coitada, não teve nenhuma culpa, mas com aqueles outros que convivem nesse covil de cobras venenosas, abutres do deserto.
Senhor Jose Sarney,
O vosso curriculo hoje possui praticamente quase todos os artigos infringentes da legislação constitucional, criminal, civil, etica, moral e os mais sublimes valores estabelecidos pela familia e igreja. da legislação penal, criminal, todos os agravantes do código civil, legislação eleitoral e de diversos artigos da CONSTITUIÇÃO FEDERAL que autorizam e determinam sua EXPULSÃO SUMÁRIA E RECLUSÃO EM REGIME FECHADO EM PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA, ISOLADAMENTE, EM AMBIENTE BLINDADO, PARA NÃO OCASIONAR CONBTAMINAÇÃO E OU RISCO DE PANDEMIA NOS DEMAIS SETORES DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA.
O SENHOR, SEMPRE foi um parasita, um ameba. Bacteria infecto contagiosa. Um parlamentar nocivo ao Estado. Um perfeito exemplo e modelo para a sociedade e familia de TUDO QUE NÃO SE DEVE SER.
"NÃO ME IMITEM" "!NÃO FAÇAM O QUE FAÇO", NEM REPITAM O QUE DIGO É SIGILOSO, CONFIDENCIAL, ALTAMENTE COMPROMETEDOR"
SENHOR JOSÉ SARNEY,
VÁ prá casa. EXPLICAR E EDUCAR SEUS FILHOS E NETOS QUE RECONHECE SEUS ERROS E QUE NÃO VALEU À PENA PAGAR COM PREÇO TÃO ELEVADO, UM PASSADO SUJO. UMA SAIDA ENLAMEADA.
VÁ PARA ROSEANA E CONVENÇA A ELA DE UMA POSTURA E ADMINISTRAÇÃO PROBA, SÉRIA, TRANSPARENTE, IQUALITÁRIA.
VIVA OS ÚLTIMOS DIAS QUE LHE RESTAM SE AUTO ANALISANDO E SE AUTOFLAGELANDO PELOS ERROS QUE PRATICOU. QUEM SABE, TALEZ, TENHA A MESMA SORTE QUE AQUELE AO LADO DE JESUS, QUE SE DESCULPOU, NO ULTIMO INSTANTE E FOI PERDOADO.
TALVEZ, QUEM SABE, O POVO, A IMPRENSA E ATÉ A HISTORIA O ESQUEÇA.
ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
CIDADÃO ROUBADO, ENGANADO, LUDIBRIADO
Tangua, 01 de julho de 2009
Excelentíssimo Senhor Senador da República Federativa do Brasil
Sua Execelencia Senhor Senador Jose Sareny
Senado Federal
Brasilia - df
Senhor Presidente!
Tenho sessenta anos. Aconmpanho minuciosamente a vida política do Brasil diariamente.
Por diversas vezes já contribuí com idéias ecoômicas, administrativas e politicas que provocaram radicais mudanças na política do país.
Senhor Jose Sarney,
Tenho acompanhado sua vida, social, política e familiar.
Sua história política reconhecida e publicamente foi edificada e mantida no pico, no cume pontiagudo da mais elevada, arriscada e duvidosa estabilidade, ao sabor dos inarredáveis interesses escusos pessoais e famimiliares.
O Senhor, Presidente Jose Sarney,
Sempre ostentou com estremada vaidade e exarcerbado orgulho o TÍTULO, O DIPLOMA DE MOÇÃO HONROSA DE FORMA VITALÍCIA DE VIVER E FICAR PERMANENTEMENTE "CIMA DO MURO"
O Senhor é popularmente conhecido como um homem político oportunista.
Toda sua vida foi pautada, alicerçada, sedimentada na dúvida, na suspeição, na desconfiança, na descrença. na barganha. nO TOCA-TROCA. TOMA LÁA, DÁ CÁ.
O Senhor, Presidente, possui e acumula até hoje uma extensa vida politIca profissional, incalculável patrimonio financeiro pessoal e familiar.
Já ocupou todos os cargos cobiçados e pretendidos que a legislatura faculta a um parlamentar
O Senhor, José Sarney, com sua saúde, já visivelmente debilitada, com essa fortuna que o senhor acumula, o que mais o senhor espera ganhar, somar ou multilicar ?????
Decerre, deixe baixar as cortinas. Deslique os holofotes e saia pela porta da frente. Cumprimentando com ar saudosista, admiração e respeito por aqueles e com aqueles que ao longos de decadas de labuta sempre o acompanharam e se locupletaram.
Desista, abdique, renuncie a este cargo para sair com o mínimo de respeito que ainda lhe resta para CONSIGO MESMO.
Não se lencicei. Renuncie. Afaste-se da atividade política. Para preserve sua intimidade e privacidade familiar.
Não se apegue, não se agarre, não se prenda na "COIS ROXA" do Presidente Lula.
Acredite esse "CETRO PRESIDENCIAL" não irá lhe oferecer nenhuma estabilidade, continuidade ou perpetuidade no cargo, nem resguardar sua dignidade e moral já tão fagmentada.
Senhor José Sarney,
O mundo mudou.
Seu tempo passou.
Não espere, como nos velhos tempos da mídia controlada, manipulada, comercializada, da impunidade, dos acordos, conchavos, sair impune, indene, deste deste enorme imbloglio, desta imensa falcatrua e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, engendrada, articulada, gerida e administrada por esses "cappos" que o senhor "cappo de tutti cappo" nomeou.
O que o senhor espera???
- Um levantamento investgativo de toda sua vida pregressa, de toda sua "patifaria" ao longo de toda sua vida?
- Uma investigação sobre seus assessores e patrimonios não declarados?
- Um processo investigatório sobre seus filhos?
- Sobre ROSEANA SARNEY?
- SOBRE JORGE MURAD e aquele montão de dinheiro na gaveta até hoje NÃO JUSTIFICADO E DEVIDAMENTE EXPLICADO?
EX-PRESIDENTE DO SENADO E DA REPÚBLCA SENHOR JOSÉ SARNEY;
O senhor é um homem culto, inteligente, de longa visão.
Este privilégio lhe dá a faculdade de perceber e admitir que já não mais existe espaços para o senhor na POLITICA NACIONAL.
A GLOBATIZAÇÃO, O ORKUT, O TWITTER. A INTERNET, OS JÓVENS JÁ NÃO MAIS ADMITEM GENTE SUA ESTIRPEque sorriem enquanto parte da população sumerge literamente na miséria.
.
AFASTE-SE. SAIA. RETIRE-SE.
Espelhe-se naquele que hoje é seu correligionário político.
Saia de mãos dadas, não com a sua mulher. Ela, "tadinha" pobre coitada, não teve nenhuma culpa, mas com aqueles outros que convivem nesse covil de cobras venenosas, abutres do deserto.
Senhor Jose Sarney,
O vosso curriculo hoje possui praticamente quase todos os artigos infringentes dalegislação constitucional, criminal, civil, etica, moral e os mais sublimes valores estabelecidos pela familia e igreja. da legislação penal, criminal, todos os agravantes do código civil, legislação eleitoral e de diversos artigos da CONSTITUIÇÃOA FEDERAL que autorizam e determinam sua EXPULSÃO SUMÁRIA E RECLUSÃO EM REGIME FECHADO EM PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA, ISOLADAMENTE, EM AMBIENTE BLINDADO, PARA NÃO. OCASIONAR CONBTAMINAÇÃO E OU RISCO DE PANDEMIA NOS DEMAIS SETORES DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA.
O SENHOR, SEMPRE foi um parasita, um ameba. Bacteria infecto contagiosa. Um parlamentar nocivo ao Estado. Um perfeito exemplo e modelo para a sociedade e familia de TUDO QUE NÃO SE DEVE SER.
"NÃO ME IMITEM" "!NÃO FAÇAM O QUE FAÇO", NEM REPITAM O QUE DIGO É SIGILOSO, CONFIDENCIAL, ALTAMENTE COMPROMETEDOR"
SENHOR JOSÉ SARNEY,
VÁ prá casa. EXPLICAR E EDUCAR SEUS FILHOS E NETOS QUE RECONHECE SEUS ERROS E QUE NÃO VALEU À PENA PAGAR COM PREÇO TÃO ELEVADO, UM PASSADO SUJO. UMA SAIDA ENLAMEADA.
VÁ PARA ROSEANA E CONVENÇA A ELA DE UMA POSTURA E ADMINISTRAÇÃO PROBA, SÉRIA, TRANSPARENTE, IQUALITÁRIA.
VIVA OS ÚLTIMOS DIAS QUE LHE RESTAM SE AUTO ANALISANDO E SE AUTOFLAGELANDO PELOS ERROS QUE PRATICOU. QUEM SABE, TALEZ, TENHA A MESMA SORTE QUE AQUELE AO LADO DE JESUS, QUE SE DESCULPOU, NO ULTIMO INSTANTE E FOI PERDOADO.
TALVEZ, QUEM SABE, O POVO, A IMPRENSA E ATÉ A HISTORIA O ESQUEÇA.
ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
CIDADÃO ROUBADO, ENGANADO, LUDIBRIADO
terça-feira, 30 de junho de 2009
JUROS BAIXOS ESTIMULAM ECONOMIA
ECONOMIA
todas as notícias de ECONOMIA 29/06/2009 às 00:15 | COMENTÁRIO (0)
Juro baixo favorece renegociação de dívidas
Donaldson Gomes, do A TARDE
A histórica redução da taxa básica de juros (Selic) a 9,25% pode representar uma boa oportunidade para a renegociação de dívidas. Isso apesar do “abismo” que separa o que os juros oficiais daqueles que são efetivamente cobrados no mercado: o spread. Em maio, a inadimplência no Brasil chegou a 8,6%, maior nível já registrado.
Como o risco nas operações de crédito permanece alto, o caminho para aproveitar o cenário econômica é longo. Passa por uma avaliação dos juros previstos em contrato, depois por uma negociação com o gerente do banco. Aí, o histórico de relacionamento faz diferença.
De acordo com levantamento da Associação Nacional do Executivos de Finanças (Anefac), os juros médios cobrados de pessoas físicas caiu 5,52%, passando de 137,91% para 132,39% ao ano. A pesquisa de juros da instituição aponta uma tendência de que as taxas caiam ainda mais.
“A renegociação é uma boa alternativa neste momento”, recomenda o o consultor de finanças pessoais Erasmo Vieira, da Planilhar Planejamento Financeiro. Segundo ele, já existem bancos que dão esta opção aos clientes, apesar de o movimento ainda acontecer de maneira tímida.
O consultor sugere que a primeira coisa a ser feita é dar uma boa avaliada no contrato assinado. Neste caso, não adianta só comparar os juros. “Além da prestação, existe também a taxa de abertura de crédito e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que precisam ser colocados na ponta do lápis”. Ele sugere que contratos de financiamentos de veíuculos ou de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) com juros mensais acima de 4% sejam analisados.
Já o caso de quem não está conseguindo manter as contas em dia é diferente. “Temos obrigação de honrarmos nossas dívidas sempre. O comportamento ideal é o de ‘trocar’ dívidas com o cartão de crédito por outras com juros mais baixos”, recomenda o presidente do conselho de administração da Anefac, José Ronoel Piccin, destacando como opções o consignado, o CDC ou o empréstimo pessoal.
O superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador, Carlos Roberto Oliveira, lembra que a inadimplência é um dos fatores que encarecem o crédito. “Quando alguém não honra os compromissos financeiros contribui para que todos pagem juros maiores porque isso aumenta o risco das operações”.
Aproveite a queda da selic
Pesquisa - A redução da Selic deverá elevar a competição entre as instituições bancárias. Aproveite para comparar as condições oferecidas por cada uma delas.
Contrato - Além de prestar atenção aos juros cobrados nos financiamentos, é preciso atentar para outros custos, como a taxa de abertura de crédito ou o IOF.
Prestações - Quem adquire um financiamento com uma grande quantidade de prestações acaba pagando mais juros. Opte pelo mínimo possível.
Orientação - Em caso de dúvidas, não é nenhuma vergonha buscar orientação com alguém que entenda mais do assunto. Pode ser até com um amigo que entenda do assunto.
todas as notícias de ECONOMIA 29/06/2009 às 00:15 | COMENTÁRIO (0)
Juro baixo favorece renegociação de dívidas
Donaldson Gomes, do A TARDE
A histórica redução da taxa básica de juros (Selic) a 9,25% pode representar uma boa oportunidade para a renegociação de dívidas. Isso apesar do “abismo” que separa o que os juros oficiais daqueles que são efetivamente cobrados no mercado: o spread. Em maio, a inadimplência no Brasil chegou a 8,6%, maior nível já registrado.
Como o risco nas operações de crédito permanece alto, o caminho para aproveitar o cenário econômica é longo. Passa por uma avaliação dos juros previstos em contrato, depois por uma negociação com o gerente do banco. Aí, o histórico de relacionamento faz diferença.
De acordo com levantamento da Associação Nacional do Executivos de Finanças (Anefac), os juros médios cobrados de pessoas físicas caiu 5,52%, passando de 137,91% para 132,39% ao ano. A pesquisa de juros da instituição aponta uma tendência de que as taxas caiam ainda mais.
“A renegociação é uma boa alternativa neste momento”, recomenda o o consultor de finanças pessoais Erasmo Vieira, da Planilhar Planejamento Financeiro. Segundo ele, já existem bancos que dão esta opção aos clientes, apesar de o movimento ainda acontecer de maneira tímida.
O consultor sugere que a primeira coisa a ser feita é dar uma boa avaliada no contrato assinado. Neste caso, não adianta só comparar os juros. “Além da prestação, existe também a taxa de abertura de crédito e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que precisam ser colocados na ponta do lápis”. Ele sugere que contratos de financiamentos de veíuculos ou de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) com juros mensais acima de 4% sejam analisados.
Já o caso de quem não está conseguindo manter as contas em dia é diferente. “Temos obrigação de honrarmos nossas dívidas sempre. O comportamento ideal é o de ‘trocar’ dívidas com o cartão de crédito por outras com juros mais baixos”, recomenda o presidente do conselho de administração da Anefac, José Ronoel Piccin, destacando como opções o consignado, o CDC ou o empréstimo pessoal.
O superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador, Carlos Roberto Oliveira, lembra que a inadimplência é um dos fatores que encarecem o crédito. “Quando alguém não honra os compromissos financeiros contribui para que todos pagem juros maiores porque isso aumenta o risco das operações”.
Aproveite a queda da selic
Pesquisa - A redução da Selic deverá elevar a competição entre as instituições bancárias. Aproveite para comparar as condições oferecidas por cada uma delas.
Contrato - Além de prestar atenção aos juros cobrados nos financiamentos, é preciso atentar para outros custos, como a taxa de abertura de crédito ou o IOF.
Prestações - Quem adquire um financiamento com uma grande quantidade de prestações acaba pagando mais juros. Opte pelo mínimo possível.
Orientação - Em caso de dúvidas, não é nenhuma vergonha buscar orientação com alguém que entenda mais do assunto. Pode ser até com um amigo que entenda do assunto.
PEQUENAS AGENCIASA RECLAMAM DE JUROS ALTOS
Economia
Pequenas agências reclamam de juros altos
29/6/2009
por Erik Farina
Buscar capital de giro ou capital para investimento em bancos ainda é um desafio para as pequenas agências de turismo no Brasil. Os juros bancários cobrados pelos empréstimos e pelas linhas de financiamento para o setor variam de 3% a 4% ao mês mais TJLP (6,25% ao ano). Percentual acima do que uma pequena companhia do ramo consegue crescer ao mês para pagar o empréstimo com algum fôlego.
"As agências de turismo trabalham com margens muito pequenas e quase nenhum capital de giro", afirma Carmen Marun, presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem no Estado (Abav-RS). Por este motivo, ela comemora o anúncio da Caixa Econômica Federal (CEF) na semana passada de disponibilizar R$ 200 milhões para capital de giro nas empresas do setor. "Ainda assim, os juros de 2,8% mais a TJLP poderiam ser menores", ressalva.
Muitas vezes são as próprias agências que funcionam como capital de giro das operadoras e das companhias aéreas, explica Carmen. Isso por que elas recebem apenas 10% do valor dos pacotes, e muitas vezes precisam repassar imediatamente o pagamento às prestadoras de serviços, mesmo quando o pagamento do cliente final atrasa. Este imprevisto é mais comum nas agências que prestam serviços para o setor corporativo. O contrato é assinado entre empresa e agência, que antecipa o pagamento às empresas aéreas e aos hotéis. No entanto, com frequência, as organizações contratantes atrasam a quitação, fazendo com que as agências tenham que cortar na própria carne para honrarem os contratos com fornecedores.
Mesmo com opções de crédito surgindo no mercado, parte das agências prefere distância dos bancos. É o caso da Rota Cultural, de Porto Alegre. Quando precisa investir em algum novo automóvel ou renovar o equipamento, por exemplo, a empresa utiliza capital próprio, mesmo que isto represente um gasto imediato elevado.
"Além das taxas elevadas para pequenas e microempresas, os bancos pedem muitas garantias dependendo do tipo de financiamento, além de exigirem que se tenha um elevado saldo médio", explica Susana Abreu, diretora da empresa.
Os empréstimos anunciados pela CEF podem chegar a R$ 5 milhões por contrato, a serem pagos em um prazo de três anos, com 18 meses de carência. Para acessarem a verba, as empresas deverão estar cadastradas no Ministério do Turismo. A exigência para liberar recursos é que as empresas mantenham ou gerem novos empregos.
Novas alternativas de financiamento vêm surgindo também para as pessoas físicas, abrindo as possibilidades para uma concorrência maior. Em maio, a CEF havia anunciado uma linha de financiamento de R$ 2 bilhões para pessoa física, com foco nas classes C e D. "Esperamos que esta iniciativa traga um novo público", diz Carmen.
Pequenas agências reclamam de juros altos
29/6/2009
por Erik Farina
Buscar capital de giro ou capital para investimento em bancos ainda é um desafio para as pequenas agências de turismo no Brasil. Os juros bancários cobrados pelos empréstimos e pelas linhas de financiamento para o setor variam de 3% a 4% ao mês mais TJLP (6,25% ao ano). Percentual acima do que uma pequena companhia do ramo consegue crescer ao mês para pagar o empréstimo com algum fôlego.
"As agências de turismo trabalham com margens muito pequenas e quase nenhum capital de giro", afirma Carmen Marun, presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem no Estado (Abav-RS). Por este motivo, ela comemora o anúncio da Caixa Econômica Federal (CEF) na semana passada de disponibilizar R$ 200 milhões para capital de giro nas empresas do setor. "Ainda assim, os juros de 2,8% mais a TJLP poderiam ser menores", ressalva.
Muitas vezes são as próprias agências que funcionam como capital de giro das operadoras e das companhias aéreas, explica Carmen. Isso por que elas recebem apenas 10% do valor dos pacotes, e muitas vezes precisam repassar imediatamente o pagamento às prestadoras de serviços, mesmo quando o pagamento do cliente final atrasa. Este imprevisto é mais comum nas agências que prestam serviços para o setor corporativo. O contrato é assinado entre empresa e agência, que antecipa o pagamento às empresas aéreas e aos hotéis. No entanto, com frequência, as organizações contratantes atrasam a quitação, fazendo com que as agências tenham que cortar na própria carne para honrarem os contratos com fornecedores.
Mesmo com opções de crédito surgindo no mercado, parte das agências prefere distância dos bancos. É o caso da Rota Cultural, de Porto Alegre. Quando precisa investir em algum novo automóvel ou renovar o equipamento, por exemplo, a empresa utiliza capital próprio, mesmo que isto represente um gasto imediato elevado.
"Além das taxas elevadas para pequenas e microempresas, os bancos pedem muitas garantias dependendo do tipo de financiamento, além de exigirem que se tenha um elevado saldo médio", explica Susana Abreu, diretora da empresa.
Os empréstimos anunciados pela CEF podem chegar a R$ 5 milhões por contrato, a serem pagos em um prazo de três anos, com 18 meses de carência. Para acessarem a verba, as empresas deverão estar cadastradas no Ministério do Turismo. A exigência para liberar recursos é que as empresas mantenham ou gerem novos empregos.
Novas alternativas de financiamento vêm surgindo também para as pessoas físicas, abrindo as possibilidades para uma concorrência maior. Em maio, a CEF havia anunciado uma linha de financiamento de R$ 2 bilhões para pessoa física, com foco nas classes C e D. "Esperamos que esta iniciativa traga um novo público", diz Carmen.
TAXA SELIC É A MAIS BAIXA DESDE 2001
Superávit primário cai R$ 10 bi em maio e é o menor desde 2001
30/06/2009 - 13:02 - Agência Estado
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoA queda de receitas provocada pela desaceleração da economia, aliada à política de desonerações tributárias adotada justamente para combater os efeitos da crise, derrubaram o esforço fiscal do setor público brasileiro para o nível mais baixo desde 2001. O chamado superávit primário - a economia feita pelo setor público para pagar a sua dívida - caiu para 2,28% do Produto Interno Bruto (PIB) no período de 12 meses até maio, nível inferior à meta de 2,50% estabelecida pelo governo para este ano.
A exclusão dos dados da Petrobrás do cálculo das contas públicas, a partir de maio, também ajudou a reduzir o superávit, mas, embora o impacto dessa decisão tenha sido importante, ela não foi o fator decisivo para a piora do resultado.
Em maio, o superávit primário das contas da União, Estados, Municípios foi de R$ 1,11 bilhão. Embora ainda positivo, o resultado do mês também foi o pior da série do BC e correspondeu a menos de um décimo do esforço observado em abril. Isso quer dizer que a economia do governo caiu R$ 10,8 bilhões entre um mês e outro. No ano, de janeiro a maio, o recuo do esforço fiscal foi de 55,3%, o equivalente a R$ 39,51 bilhões.
A deterioração das contas públicas, provocada pela política anticíclica adotada pelo governo desde o ano passado para enfrentar a crise, só não foi maior devido o processo de queda da taxa Selic. Com a redução da Selic, as despesas do setor público com o pagamento de juros da dívida atingiram 5,27% do PIB em 12 meses, até maio, o menor patamar da série. Com despesa de juros mais baixa, o governo vem conseguindo evitar que a redução do superávit primário se transforme em um aumento mais explosivo do déficit nominal.
O resultado nominal leva em conta a diferença de despesas e receitas e mais os gastos com juros da dívida. De janeiro para maio, o déficit nominal saltou de 2,50% para 3,08% do PIB. Mas deve fechar o ano, segundo previsão do BC, em 2,1% do PIB, porque até lá o impacto da queda da Selic será ainda maior. Antes da crise, o governo tinha a meta de chegar em 2010 a um déficit nominal zero.
A piora das contas públicas levou operadores de mercado a especular sobre a possibilidade de uma nova redução da meta de superávit primário em 2010 (antes da meta atual, de 2,5%, o governo trabalhava com o objetivo de 3,8% do PIB), o que teria provocado ligeira alta dos juros, ontem. Essa possibilidade, no entanto, foi descartada por fontes do Ministério da Fazenda.
Apesar do resultado fiscal mais fraco, o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, disse que as contas públicas não estão frágeis. Para ele, num cenário em que a atividade econômica sofre o impacto da crise, o resultado é positivo e está melhor do que o obtido por países de economia semelhante.
Nem mesmo o fato de o superávit de 12 meses ter ficado abaixo da meta altera o otimismo do economista. Para Altamir, mesmo que as contas continuem nesse ritmo, a meta fiscal será cumprida porque o governo tem a possibilidade legal de usar o Projeto Piloto de Investimento (PPI), mecanismo que permite reduzir a meta em até 0,50% do PIB e alocar o dinheiro em infraestrutura. Assim, na prática, o esforço fiscal a ser perseguido seria de apenas 2% do PIB. Nos 12 meses até maio, o gasto do PPI somou 0,29% do PIB.
30/06/2009 - 13:02 - Agência Estado
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoA queda de receitas provocada pela desaceleração da economia, aliada à política de desonerações tributárias adotada justamente para combater os efeitos da crise, derrubaram o esforço fiscal do setor público brasileiro para o nível mais baixo desde 2001. O chamado superávit primário - a economia feita pelo setor público para pagar a sua dívida - caiu para 2,28% do Produto Interno Bruto (PIB) no período de 12 meses até maio, nível inferior à meta de 2,50% estabelecida pelo governo para este ano.
A exclusão dos dados da Petrobrás do cálculo das contas públicas, a partir de maio, também ajudou a reduzir o superávit, mas, embora o impacto dessa decisão tenha sido importante, ela não foi o fator decisivo para a piora do resultado.
Em maio, o superávit primário das contas da União, Estados, Municípios foi de R$ 1,11 bilhão. Embora ainda positivo, o resultado do mês também foi o pior da série do BC e correspondeu a menos de um décimo do esforço observado em abril. Isso quer dizer que a economia do governo caiu R$ 10,8 bilhões entre um mês e outro. No ano, de janeiro a maio, o recuo do esforço fiscal foi de 55,3%, o equivalente a R$ 39,51 bilhões.
A deterioração das contas públicas, provocada pela política anticíclica adotada pelo governo desde o ano passado para enfrentar a crise, só não foi maior devido o processo de queda da taxa Selic. Com a redução da Selic, as despesas do setor público com o pagamento de juros da dívida atingiram 5,27% do PIB em 12 meses, até maio, o menor patamar da série. Com despesa de juros mais baixa, o governo vem conseguindo evitar que a redução do superávit primário se transforme em um aumento mais explosivo do déficit nominal.
O resultado nominal leva em conta a diferença de despesas e receitas e mais os gastos com juros da dívida. De janeiro para maio, o déficit nominal saltou de 2,50% para 3,08% do PIB. Mas deve fechar o ano, segundo previsão do BC, em 2,1% do PIB, porque até lá o impacto da queda da Selic será ainda maior. Antes da crise, o governo tinha a meta de chegar em 2010 a um déficit nominal zero.
A piora das contas públicas levou operadores de mercado a especular sobre a possibilidade de uma nova redução da meta de superávit primário em 2010 (antes da meta atual, de 2,5%, o governo trabalhava com o objetivo de 3,8% do PIB), o que teria provocado ligeira alta dos juros, ontem. Essa possibilidade, no entanto, foi descartada por fontes do Ministério da Fazenda.
Apesar do resultado fiscal mais fraco, o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, disse que as contas públicas não estão frágeis. Para ele, num cenário em que a atividade econômica sofre o impacto da crise, o resultado é positivo e está melhor do que o obtido por países de economia semelhante.
Nem mesmo o fato de o superávit de 12 meses ter ficado abaixo da meta altera o otimismo do economista. Para Altamir, mesmo que as contas continuem nesse ritmo, a meta fiscal será cumprida porque o governo tem a possibilidade legal de usar o Projeto Piloto de Investimento (PPI), mecanismo que permite reduzir a meta em até 0,50% do PIB e alocar o dinheiro em infraestrutura. Assim, na prática, o esforço fiscal a ser perseguido seria de apenas 2% do PIB. Nos 12 meses até maio, o gasto do PPI somou 0,29% do PIB.
O PRESIDENTE DO BNDES, LUCIANO COUTINHO, REDUZIU OS JUROS DO EMPRESTIMO DO BNDES.
BNDES reduz taxas para financiamento de bens de capital
Plantão | Publicada em 29/06/2009 às 14h19m
Reuters/Brasil Online
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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, detalhou a redução no custo de seus financiamentos provocada por uma série de medidas do governo anunciadas nesta segunda-feira.
Com o objetivo de impulsionar os investimentos no país, o governo anunciou a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 6,25 para 6,0 por cento e uma equalização de juros pelo Tesouro Nacional que pode chegar a 42 bilhões de reais.
Os juros para aquisição e produção de máquinas e equipamentos nas linhas Finem, Finame, Finame Agrícola e BNDES Automático foram reduzidos de 10,25 para 4,5 por cento ao ano, exceto para aquisição de ônibus e caminhões (que terá taxa fixa de 7 por cento).
"Temos aqui uma linha em moeda nacional que é igual à meta de inflação, portanto é um juro real zero para bens de capital nesses próximos seis meses de travessia", disse Coutinho.
"É importante congregar o setor privado a investir, a aproveitar esta oportunidade para investir nesses próximos meses antecipando e se preparando para o crescimento em 2010 e 2011."
Coutinho disse ainda que o custo de financiamento na linha pós-embarque do BNDES-Exim foi reduzida de Libor mais 5 por cento para Libor mais 3 por cento. No caso do pré-embarque, a taxa caiu de 12,05 para 4,5 por cento.
Também foi criado um programa de refinanciamento de dívidas de empresas produtoras de bens de capital, com prazo de 12 meses, sendo até seis de carência.
A redução de taxas e o prazo para requisitar o refinanciamento vão até 31 de dezembro.
O BNDES anunciou ainda que, para estimular o desenvolvimento de novos produtos, o programa Pró-Engenharia poderá financiar a engenharia dos setores de bens de capital, cadeia de fornecedores para petróleo e gás e também o naval, aeronáutico, aerospacial, nuclear, de defesa nacional e automotivo. O orçamento será de 4 bilhões de reais, com vigência até o final de 2010.
O banco também reduziu até o fim deste ano as taxas de duas linhas direcionadas ao financiamento à inovação.
(Por Natuza Nery; Texto de Daniela Machado; Edição de Alexandre Caverni)
Plantão | Publicada em 29/06/2009 às 14h19m
Reuters/Brasil Online
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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, detalhou a redução no custo de seus financiamentos provocada por uma série de medidas do governo anunciadas nesta segunda-feira.
Com o objetivo de impulsionar os investimentos no país, o governo anunciou a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 6,25 para 6,0 por cento e uma equalização de juros pelo Tesouro Nacional que pode chegar a 42 bilhões de reais.
Os juros para aquisição e produção de máquinas e equipamentos nas linhas Finem, Finame, Finame Agrícola e BNDES Automático foram reduzidos de 10,25 para 4,5 por cento ao ano, exceto para aquisição de ônibus e caminhões (que terá taxa fixa de 7 por cento).
"Temos aqui uma linha em moeda nacional que é igual à meta de inflação, portanto é um juro real zero para bens de capital nesses próximos seis meses de travessia", disse Coutinho.
"É importante congregar o setor privado a investir, a aproveitar esta oportunidade para investir nesses próximos meses antecipando e se preparando para o crescimento em 2010 e 2011."
Coutinho disse ainda que o custo de financiamento na linha pós-embarque do BNDES-Exim foi reduzida de Libor mais 5 por cento para Libor mais 3 por cento. No caso do pré-embarque, a taxa caiu de 12,05 para 4,5 por cento.
Também foi criado um programa de refinanciamento de dívidas de empresas produtoras de bens de capital, com prazo de 12 meses, sendo até seis de carência.
A redução de taxas e o prazo para requisitar o refinanciamento vão até 31 de dezembro.
O BNDES anunciou ainda que, para estimular o desenvolvimento de novos produtos, o programa Pró-Engenharia poderá financiar a engenharia dos setores de bens de capital, cadeia de fornecedores para petróleo e gás e também o naval, aeronáutico, aerospacial, nuclear, de defesa nacional e automotivo. O orçamento será de 4 bilhões de reais, com vigência até o final de 2010.
O banco também reduziu até o fim deste ano as taxas de duas linhas direcionadas ao financiamento à inovação.
(Por Natuza Nery; Texto de Daniela Machado; Edição de Alexandre Caverni)
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